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Em Mosqueiro, forças de segurança fiscalizam uso e venda de linhas cortantes

Um dos balneários mais procurados no veraneiro paraense é o Distrito de Mosqueiro, portanto equipes dos órgãos de segurança pública do estado e município, intensificaram desde a última sexta-feira (15), ações de...

Um dos balneários mais procurados no veraneiro paraense é o Distrito de Mosqueiro, portanto equipes dos órgãos de segurança pública do estado e município, intensificaram desde a última sexta-feira (15), ações de fiscalização preventiva do uso e venda de linhas cortantes com cerol ou Chilenas, em cumprimento a Lei N°9.597 que proíbe o uso e comercialização do material.

No distrito, as ações estão sendo realizadas em duas frentes de trabalho, sendo uma barreira no pórtico de entrada da Ilha, onde carros, vans e ônibus estão sendo abordados para orientação e de onde já foram recolhidas algumas linhas que estavam em posse de quem chegava no distrito.

Outra frente está nas praias, que são frequentadas por muitas crianças e adultos que soltam pipas, portanto é necessário o trabalho preventivo para que seja realizada a conscientização de todos sobre o tipo de material que pode ser utilizado e as linhas que precisam ser retiradas, inclusive de ambulantes que trabalham com a venda de pipas e linhas.

Segundo o Tenente Cel. Glauco Maia que coordenou as ações em Mosqueiro, a população foi bem receptiva às orientações repassadas pelos órgãos de segurança, compreendendo que a não utilização do material visa a segurança de todos. “Estamos trabalhando preventivamente para evitar que acidentes ocorram, portanto a orientação é necessária e em todos os casos que encontramos as linhas em posse de alguém que esteja utilizando ou vendendo, fazemos a retirada do material conforme legislação a prevê. Essa é uma ação integrada entre estado e município dentro da Operação Verão que ocorre com várias ações em todo o estado”, afirmou.

As fiscalizações que são uma das ações da Operação Verão 2022, continuarão para garantir que apenas linhas brancas que não ofereçam riscos sejam utilizadas para esse tipo de lazer, garantindo a segurança de todos e evitando intercorrências nos balneários do estado.

Texto: Roberta Meireles / Ascom Segup