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Câmeras de videomonitoramento acompanham a movimentação dos veranistas em Salinas

Para reforçar a segurança e aumentar o potencial de monitoramento, a Segurança Pública utiliza o auxílio da tecnologia para ampliar seu alcance no combate à criminalidade durante a “Operação Verão 2022”.Em Salinas,...

Para reforçar a segurança e aumentar o potencial de monitoramento, a Segurança Pública utiliza o auxílio da tecnologia para ampliar seu alcance no combate à criminalidade durante a “Operação Verão 2022”.

Em Salinas, nordeste do estado, no Centro Integrado de Comando e Controle, coordenado pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), conta com um Centro de videomonitoramento eletrônico que funciona 24h por dia, com o objetivo de monitorar e fiscalizar toda a região do município de Salinópolis, além das praias e balneários da região.

“Hoje nós contamos com a ajuda de câmeras de reconhecimento facial e de leitura de placas veiculares para que possamos atuar em todas as frentes fiscalizando as ações criminosas em toda a região do município. Com esse recurso nós podemos monitoras e combater de forma mais efetiva à criminalidade nesse período de veraneio em Salinas”

Tecnologia – A Segup utiliza as câmeras para o monitoramento e fiscalização nas vias públicas, assim como nas estradas, e durante o verão, mas praia e balneários dos interiores do estado. As câmeras realizam a leitura das placas veiculares, reconhecendo se são roubados ou furtados, acionado um alerta para que este possa ser monitorado e rastreado. Já para a leitura fácial é utilizado um banco de dados nacional, com registros de pessoas, foragidas da justiça, que estejam circulando nas vias públicas.

As câmeras de leitura de placas veiculares são utilizadas também pelo Departamento de Trânsito do Estado (Detran).

Seap – A Seap também está presente na sala de monitoramento do Centro Integrado, em Salinas, por meio de dois sistema de monitoramento de onde é possível verificar e monitorar os tornozelodos do sistema penal que estejam cumprindo o regime aberto na região e assim poder fiscalizar as ações e localizações dos apenados descumprindo com as determinações judiciais determinadas pelas medidas cautelares.

Texto: Walena Lopes (Ascom/Segup)