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Pilotos da segurança pública recebem capacitação

Em continuidade ao ciclo de palestras promovido pelo Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), pilotos que desempenham funções a bordo de aeronaves da segurança pública participaram, na manhã desta quarta-feira (12), de...

Em continuidade ao ciclo de palestras promovido pelo Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), pilotos que desempenham funções a bordo de aeronaves da segurança pública participaram, na manhã desta quarta-feira (12), de uma palestra com o tema “Meteorologia na Amazônia”.

A apresentação ressaltou a importância da observação e confecção do plano de voo em rota para identificar possíveis mudanças repentinas na meteorologia, e como proceder diante delas. A qualificação visa melhorar a atuação e atendimento à população paraense, bem como dar mais segurança às operações.

A preparação apresentou, também, dados que acentuam o conhecimento das peculiaridades do voo na região Amazônica sendo como um dos quatro fatores mais determinantes quando o assunto é acidente aeronáutico.

Além dos índices apresentados, os palestrantes deram a voz para que os participantes relatassem alguns casos de “wind-shear” – fenômeno climatológico prejudicial presente na fase inicial e final do voo e que ocasionalmente ocorre no aeroporto de Val-de-Cans. A palestra também enumerou algumas normas regulamentadoras denominadas Manuais e Informações (MCA e ICA) criadas pela DECEA – Departamento de Controle do Espaço Aéreo e constantemente atualizadas para disciplinar os cuidados que devem ser seguidos em diferentes tipos de atividades.

O Grupamento Aéreo de Segurança Pública é o órgão estadual responsável pela prestação de serviços de Defesa Civil, regastes aeromédicos e policial em todo território paraense.

Segundo o Coordenador de Segurança Operacional, Delegado Nelson Sobreira, a área mais dependente de recursos logísticos oriundos do GRAESP é a ilha o Marajó. “A palestra focou nessa preocupação sendo de extrema importância, uma vez que é uma área muito extensa e que sofre fenômenos meteorológicos bem determinantes no voo em rota”, explicou.

Com informações do Graesp

Por Laís Menezes